É comum experiências de
divórcios e suas repercussões serem traumáticas
Um luto pelo fim - muitas vezes com resistentes cicatrizes
É comum experiências de
divórcios e suas repercussões serem traumáticas
Um luto pelo fim - muitas vezes com resistentes cicatrizes
Há diversas relações a serem
discutidas. Uma delas é o triângulo escolas - alunos - famílias. Não são
universos separados. Escutando pais, educadores e alunos - sobretudo jovens e
adolescentes, há "movimentos tectônicos" silenciosos de gravidades
variáveis.
Meninos e meninas reclamam que não são compreendidos, valorizados e escutados em casa.
"Como você está se
sentindo?" é MELHOR que o popular "tudo bem?"
O primeiro é por quem está
oferecendo escuta e acolhimento para uma livre manifestação. O segundo parte da
ilusão, engano ou exagero de que exista algum tempo em que TUDO - em absoluto,
possa estar bem.
Gente frustrada, depressiva, em
crise, asfixiada, doente, desistindo... Respondendo: "Tudo bem" -
quando não está!
"Tudo bem?" é pra
resposta pronta, cômoda e econômica: É ser educado, sem no entanto, ser
empático.
Perceba a DIFERENÇA no "como você está se sentindo?"; implica escutar, se importar, valorizar o outro. By Geraldinho Farias
Comportamento bizarro o daqueles
que demonstram especial interesse em nossos fracassos, quais abutres que
sobrevoam a carniça
Se aproximam quando estamos desempregados/as,
"Jovens 'sem religião'
superam católicos e evangélicos em SP e Rio". Indicadores apontam que
jovens estão cada vez mais rejeitando a institucionalidade da religião e
optando por fazer espiritualidade solo, sem a participação numa igreja
Arrisco algumas alucinações - sem generalizações:
Luto é processo, não ato. É transição natural, própria de nossa existência, quando vivenciamos as ambivalências e ajustamentos sem alguém que perdemos ou até o que perdemos - porque também refere-se à rupturas - desemprego, divórcio, mudança etc.
Uma tristeza profunda, um vazio, ausência, ante uma mudança significativa. Jonh Bowby: É proporcional ao apego à pessoa perdida.
Ah, essa missão de participar do
crescimento de nossas(os) filhas(os):
Um misto de treinador, apoiador, até o de mero expectador
Não faltam retratos sobre o sofrimento a que Jesus de Nazaré foi submetido. Os físicos são replicados em crucifixos, gravuras e filmes. Os afetivos e psicológicos – não menos agressivos, os evangelhos mencionam: Zombarias, ironias, deboches, bullyng, atacam a moral, o caráter, sugam energias, põe em dúvida nossa capacidade de ser|pensar|fazer.
A família Madrigal mora num vilarejo colombiano – não ser uma
ambientação europeia já é atrativo. Some-se o fato de que os personagens não
possuem um único padrão de beleza (como barbies e kans irretocáveis) mas, são
diversos estereótipos.
Na Casita a magia dotou a todos da família com um dom especial, desde uma força mastodôntica à capacidade de curar – exceto Mirabel. Comum, desprovida, “não especial”, ela é a chave da trama.
Há pastores que são pilantras. Vez ou outra são flagrados, desmascarados
Parte da imprensa destaca o fato de um escândalo envolver "pastores evangélicos". A convicção religiosa de não-evangélicos não recebe o mesmo destaque
O embate de Jesus não foi
especificamente contra o Império Romano - numa luta política e temporal, o que
desencantou aqueles que ansiavam um líder político a recrutar soldados e
confrontar o exército romano, poder dominador da Palestina
Judas, um dos partidários dos
zelotes, decepcionado com Jesus, vendeu-o
Os saduceus, os fariseus, os essênios, os zelotes e herodianos formavam os principais partidos políticos e seitas religiosas, num ambiente diverso e adverso
Em cartaz o clássico Frankenstein (EUA, 2025), sob a ótica de Guilherme Del Toro. Adaptação serve para ler nosso tempo - misto de drama, ter...