O capitalismo é religião
predominante. Vejam os shoppings qual templos: Lojas ostentam seus
altares. Consumir mais e sempre, mandamento inquebrável. O ritual
sinfônico das mãos empunhando cartões de plástico. As casas com um totem
de plasma, LCD ou LED, em torno do qual as famílias se reúnem. Celulares
confunde-se com os membros do corpo – extensão deste. Internet, nosso oxigênio. Relacionamentos
descartáveis. Troca-se de mulher, de religião, nunca de time de
futebol. As chaminés dos carros oferecem o mais puro CO2. Os espaços
públicos parecem não ter dono. Famílias não ensinam limites. Escolas não
oferecem bom conteúdo. Casais se separam antes do 1o. bujão de
gás... Trecho de “A Morte”, de Nilton Pinto e Tom Carvalho mostra a vida
na pós-Pós-modernidade. Em que nos tornamos! Ainda há tempo... By Geraldinho Farias
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
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