O divórcio nunca deve ser a primeira opção de um casal em crise. Nem ser cogitado, mencionado. Por sua popularização e banalização, lamentamos que muitos casais não possuam às vezes o desejo (=decisão) de retomar ou não busquem as condições mínimas de diálogo ou até mesmo mediadores capazes de negociar e atravessar um conflito.
Conquanto seja um caminho difícil e tão desacreditado, de implicações e variáveis demoradas, os processos “re” são possibilidades:











